Sete - Linhas Aéreas

Atendimento Especial

 

Portadores de Necessidades Especiais e Idosos

O atendimento especial para passageiros portadores de necessidades especiais (deficiência visual, auditiva, mental e física) deverá ser informado no ato da compra ao emissor (Agente de Viagens ou funcionário da Empresa Aérea), ou através do telefone +55 (62) 3096-7007. Caso seja necessário, solicite também assistência especial de nossos atendentes.

A SETE possui cadeira de rodas que auxilia no embarque do passageiro com dificuldade de locomoção até o assento da aeronave.

Voltar ao topo!

Acompanhante do Passageiro com Necessidades Especiais.

Para seu conforto e segurança durante a viagem, a SETE exige acompanhante se o passageiro:

- precisar de auxílio para atender suas necessidades de higiene e de alimentação;
- precisar de auxílio para compreender ou responder adequadamente as instruções de segurança a bordo;
- utilizar o serviço de maca e/ou oxigênio durante a viagem.

Para esses acompanhantes, são oferecidos 80% de desconto da tarifa do bilhete do passageiro com necessidades especiais. As taxas serão cobradas normalmente. Nos casos em que o acompanhante não é exigido, o desconto não é concedido.

O acompanhante deve ser maior de 18 anos e capaz de atender as suas necessidades durante todo o voo. Para que possa auxiliá-lo sempre que necessário, será acomodado no assento ao lado.

Para obter o desconto do acompanhante e autorização para embarque, é necessário o preenchimento e apresentação do Formulário MEDIF. Este formulário está disponibilizado logo abaixo para acesso e dowload.

Se o desconto for autorizado, a compra do bilhete deverá ser feita em uma loja SETE no aeroporto ou através de nossa Central de Reservas pelo fone (62) 3096-7007.

Voltar ao topo!

Cadeira de Rodas

Recomendações quanto ao despacho de cadeira de rodas ou outra ajuda motriz de propriedade do passageiro:

Cadeira de rodas ou outra ajuda motriz equipada com bateria seca (antiderramável): será transportada somente como bagagem despachada. A bateria deve estar desconectada, seus terminais devem estar isolados para evitar curtos-circuitos acidentais e estar devidamente fixada de modo seguro à cadeira de rodas ou outra ajuda motriz.

Cadeira de rodas ou outra ajuda motriz equipada com bateria molhada (derramável): será transportada somente como bagagem despachada. A bateria deve ser retirada da cadeira ou ajuda motriz e acondicionada em embalagem resistente e rígida, jamais deve ser acondicionada presa aos demais volumes ou às bagagens. A embalagem deve ser inalterável ao eletrólito da bateria e protegida para impedir que se tombe ou sofra queda por possuir líquido corrosivo.

A bateria deve ser acondicionada na posição vertical no interior da embalagem e envolvida em material absorvente compatível e em quantidade suficiente para absorver a totalidade de seu conteúdo líquido, em caso de derrame. Sempre que possível, utilizar tampas com orifícios de ventilação que impeçam o vazamento.

Se necessária alguma ferramenta específica para desconexão e conexão da bateria, leve-a consigo, para possibilitar o transporte.
Cadeira de rodas com bateria gel: não é necessário retirar a bateria. Ela será transportada no porão da aeronave.

ATENÇÃO:

- Caso a bateria apresente sinais de avaria e/ou vazamento, não será transportada.
- Não é cobrado excesso de bagagem para transporte de cadeira de rodas utilizada para a locomoção do passageiro portador de necessidade especial. Caso haja o despacho de uma segunda cadeira de rodas, e o peso ultrapasse a franquia permitida, será cobrado o excesso de bagagem.
Para maiores informações, contate a Central de Reservas no fone (62) 3096-7007.

Voltar ao topo!

Gestantes

A gestante não é considerada uma cliente incapacitada, mas deve receber um atendimento especial e deverá ser devidamente orientada sobre os procedimentos a serem seguidos para seu embarque e a obrigatoriedade de providenciar a documentação necessária.

A gestante deve se identificar no momento do check-in para atendimento preferencial no embarque.

São exigidos os seguintes documentos, conforme o tempo de gestação:

1. Gestantes até 27 semanas (até o 6º mês): Precisam preencher o formulário da Sete Linhas Aéreas “Termo de Responsabilidade de Gestantes” disponível nos balões de check-in dos aeroportos, não é obrigatória a apresentação do atestado médico;

2. Gestantes de 28 a 35 semanas (do 7º ao 8º mês): Precisam preencher o formulário da Sete Linhas Aéreas “Termo de Responsabilidade de Gestantes”, disponível nos balões de check-in dos aeroportos, é obrigatória a apresentação do atestado médico, confirmando que a gestante encontra-se apta para o transporte;

3. Gestantes de 36 a 37 semanas (9º mês): Precisam preencher o formulário da Sete Linhas Aéreas “Termo de Responsabilidade de Gestantes”, disponível nos balões de check-in dos aeroportos, será obrigatória a apresentação de atestado médico completo, autorizando textualmente realizar viagem por via aérea até determinada data, ou estar acompanhada de médico responsável;

OBSERVAÇÕES:

a) As mulheres que apresentem dores ou sangramento antes do embarque, não devem viajar;
b) Evitar viagens longas, principalmente em casos de incompetências istmo-cervical, atividade uterina aumentada, ou partos anteriores prematuros;
c) Gestação ectópica é contraindicação para o voo;
d) Não há restrição de voo para a mãe no pós-parto normal, mesmo no pós-parto imediato;
e) Em caso do Atestado médico apresentado não apresente o teor solicitado e/ou estando no nono mês de gravidez, a gestante deverá estar acompanhada de médico responsável;
f) A partir da 38ª semana, a gestante só poderá embarcar acompanhada do respectivo médico responsável;
g) Gestantes de parto múltiplos (gêmeos) deverão estar acompanhadas do Médico Responsável a partir da 32ª semana, antes deste período só poderão viajar mediante apresentação de atestado médico.

Voltar ao topo!

Menores de idade

No caso de um recém-nascido, é prudente que se espere pelo menos uma ou duas semanas de vida até a viagem. Isso ajuda a determinar, com maior certeza, a ausência de doenças, congênitas ou não, que possam prejudicar a criança no voo.

Crianças de colo (até 2 anos incompletos) embarcam desde que viajem no colo de um maior responsável ou de uma pessoa maior de 12 anos, ambas acompanhadas de pessoa maior de 18 anos responsável. A Sete transporta apenas 01 criança de colo por passageiro.

A Sete não transporta menores de cinco anos viajando desacompanhados. Consideram-se “menores desacompanhados” somente as crianças entre 05 e 12 anos incompletos viajando sozinhas. Deverão apresentar documento de identidade ou certidão de nascimento original (ou cópia autenticada), Autorização Judicial e preencher Autorização Interna de Viagem disponível nas lojas Sete nos aeroportos.

Crianças de até doze anos incompletos podem embarcar com parentes até o 3º grau (irmãos, tios, avós e bisavós) portando RG ou certidão de nascimento original ou cópia autenticada, cujo parentesco seja comprovado através de documento. O responsável também deverá apresentar documento válido de identificação.

Podem embarcar acompanhadas por pessoa sem grau de parentesco, desde que seja apresentada autorização expressa dos responsáveis reconhecida em cartório.Adolescentes entre doze e dezoito anos podem viajar desacompanhados apresentando certidão de nascimento ou identidade originais ou cópia autenticada.

Voltar ao topo!

Enfermos

Embarque de passageiros com problemas de saúde – Recomendações do Conselho Federal de Medicina:

Doenças respiratórias: Viagens aéreas são contraindicadas para passageiros com infecções ativas (pneumonia e sinusite), infecções pulmonares contagiosas (tuberculose e pneumonia), quadros graves, instáveis ou de hospitalização recente de asma brônquica (doença respiratória mais comum entre os viajantes), pessoas com bronquite crônica e enfisema pulmonar.

Doenças cardiovasculares: Os pacientes acometidos de complicações cardiovasculares devem ser orientados a adiar os voos durante o período de estabilização e recuperação. De acordo com as orientações da Sociedade de Medicina Aeroespacial, os prazos a serem observados são os seguintes (recomenda-se que o paciente seja avaliado por seu médico assistente antes de embarcar, pois os mesmos podem ser ampliados ou reduzidos, de acordo com o caso):

• Infarto não complicado: aguardar duas a três semanas.
• Infarto complicado: aguardar seis semanas.
• Angina instável: não deve voar.
• Insuficiência cardíaca grave e descompensada: não deve voar.
• Insuficiência cardíaca moderada, verificar com o médico se há necessidade de utilização de oxigênio durante o voo.
• Revascularização cardíaca: aguardar duas semanas.
• Taquicardia ventricular ou supra ventricular não controlada: não voar.
• Marcapassos e desfibriladores implantáveis: não há contra-indicações.

Nos casos de Acidente Vascular Cerebral, deve-se levar em consideração o estado geral do passageiro e a extensão da doença. Recomenda-se observar os prazos de recuperação abaixo antes do embarque:

• AVC isquêmico pequeno: aguardar 4 a 5 dias.
• AVC em progressão: aguardar 7 dias.
• AVC hemorrágico não operado: aguardar 7 dias.
• AVC hemorrágico operado: aguardar 14 dias.

Voltar ao topo!

Pós-operatório e pacientes em recuperação

Pós-operatório torácico

• Casos de pneumectomia (retirada do pulmão) ou lobectomia pulmonar recente (retirada parcial do pulmão): recomenda-se uma avaliação médica pré-voo, com determinação da normalidade da função respiratória, principalmente no que diz respeito à oxigenação arterial.
• Casos de pneumotórax: é uma contra-indicação absoluta. Deve-se esperar de duas a três semanas após drenagem de tórax e confirmar a remissão pelos Raios-X.

Pós-operatório neurocirúrgico

• Após trauma crânio-encefálico ou qualquer procedimento neurocirúrgico, aguardar o tempo necessário até a confirmação da melhora do referido quadro compressivo por tomografia de crânio.

Cirurgia abdominal (Contra-indicado o voo por duas semanas, em média).

• Pós-cirurgia laparoscópica: o voo pode ocorrer assim que a distensão pelo ar injetado tenha desaparecido e as funções do órgão operado retornado ao normal.
• Nos procedimentos onde foi injetado ar ou gás em alguma parte do corpo: aguardar o tempo necessário para a reabsorção ou a eliminação do excesso de ar ou gás injetado.
• Pós anestesia raquidural: o voo pode causar dor de cabeça severa até 7 dias após a anestesia.
• Após anestesia geral: não há contra-indicação, desde que o paciente tenha se recuperado totalmente.

Gesso e fraturas (Fraturas instáveis ou não tratadas são contra-indicadas para voo).

Voltar ao topo!

Transtornos psiquiátricos

Distúrbios psiquiátricos – Pessoas com transtornos psiquiátricos cujo comportamento seja imprevisível, agressivo ou não seguro, não devem voar. Já aqueles com distúrbios psicóticos estáveis, em uso regular de medicamentos e acompanhados, podem viajar.

Epilepsia – A maioria dos epilépticos pode voar seguramente desde que estejam usando a medicação. Aqueles com crises frequentes devem viajar acompanhados e estarem cientes dos fatores desencadeantes que podem ocorrer durante o voo, tais como: fadiga, refeições irregulares, hipóxia e alteração do ritmo circadiano. Recomenda-se esperar 24-48h após a última crise antes de voar.

Voltar ao topo!

Observações Gerais

Medicação – Recomenda-se levar medicação prescrita pelo médico em quantidade suficiente para ser utilizada durante toda a viagem. Os remédios devem estar sempre à mão, preferencialmente acompanhados pela receita do médico, com as dosagens e os horários que devem ser administrados. Em caso de deslocamentos que impliquem em mudança de fuso horário, o médico assistente deve ser consultado para avaliar se há necessidade de ajustar os horários de ingestão dos medicamentos.

Enjôos – As pessoas mais susceptíveis a terem enjôo durante o voo são aquelas que já o apresentam quando andam de ônibus, carro ou navio. Estas devem evitar a ingestão excessiva de líquidos, comida gordurosa, condimentos e refrigerantes que podem facilitar seu aparecimento. Recomenda-se também, como medida de precaução, que utilizem os assentos próximos às asas do avião por ser o local de voo menos turbulento e, por conseguinte, menos propenso a induzir náuseas e vômitos.

Procurar assistência e/ou orientação médica antes do voo, caso o passageiro apresente:

• Febre alta, tremores, com piora progressiva dos episódios;

• Sangue ou muco nas fezes;
• Vômitos que impeçam a ingestão de líquidos;
• Sintomas persistentes após uso de medicamentos sintomáticos;
• Sintomas, especialmente se usa diuréticos, imunossupressores ou remédios para diabetes e/ou hipertensão.

A Câmara Técnica de Medicina Aeroespacial do Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou as recomendações aos médicos e usuários de empresas aéreas baseadas na cartilha Doutor, posso voar? elaborada pelos alunos da Liga de Medicina Aeroespacial da Faculdade de Ciências Medicas da Santa Casa de São Paulo. Leia na íntegra aqui.

IMPORTANTE: Somente serão aceitos para embarque passageiros portadores de problemas de saúde desde que apresente atestado médico declarando expressamente que o passageiro está apto a voar naquela determinada data e o atestado esteja datado com menos de 30 dias. Se não atendidas as exigências da Sete Linhas Aéreas, os clientes que necessitam de autorização médica podem ter seu transporte recusado.

Voltar ao topo!

Formulário MEDIF

O Formulário MEDIF (Medical Information Form) é disponibilizado pela Sete aos seus clientes, sendo necessário seu preenchimento e a assinatura do médico pessoal do passageiro afim de que seja analisada e concedida, pelo departamento médico da empresa, a autorização para o embarque.

O preenchimento do formulário é necessário quando o passageiro:
1. Sofrer de alguma enfermidade ou incapacidade que cause efeito adverso a sua saúde e bem-estar ou até mesmo aos demais passageiros e/ou tripulação,
2. Tenha sido submetido a cirurgia recente,
3.Tenha condição de saúde considerada instável,
4. Seja considerado um risco à segurança ou pontualidade do voo,
5. Requerer atenção ou acompanhamento médico e/ou equipamentos especiais durante o voo.

O transporte aéreo de passageiros nas situações acima está sujeito a autorização prévia do departamento médico da Sete, com base nas informações referentes às suas condições físicas e mentais, obtidas pela Sete por meio do formulário MEDIF, através de seu médico ou médico por ele contratado. No caso das exigências da Sete não serem atendidas, os clientes que necessitam de autorização médica podem ter seu transporte recusado. Se houver necessidade de um acompanhante, a Sete concederá um desconto de 80% sobre a tarifa cobrada do passageiro portador de deficiência. Este formulário deve ser preenchido e assinado pelo médico pessoal do passageiro antes da compra ou reserva do voo e enviado à empresa via e-mail ou fax em até 72 horas úteis antes do voo.

Preenchimento

Leia e responda todas as perguntas corretamente com letra legível. Coloque (X) em “Sim” ou “Não”.

Preencha corretamente e assine todas as vias do formulário:

MEDIF – Parte 1 – A ser preenchida pelo passageiro ou responsável Legal;
MEDIF – Parte 2 – A ser preenchida pelo médico assistente do passageiro;
MEDIF – Parte 3 – Informações para profissionais da área de saúde.

Envio

Após preenchimento correto e legível, encaminhe a parte 1 e parte 2 do MEDIF por fax (62) 3522-7045 ou por e-mail reservas@voesete.com.br.

Para efetuar o download do formulário MEDIF, clique aqui.

Voltar ao topo!